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sábado, 29 de outubro de 2011

O Senhor Carrega Nosso Fardo

 

 



 

Bendito seja o Senhor que, dia a dia,

leva nosso fardo! Deus é a nossa Salvação.

Salmos 68.19

 

O texto bíblico acima é bem sugestivo ao nos dar a incrível idéia de que Deus não tira todos os fardos de nós de uma vez. Não é raro conversarmos com pessoas hoje em dia e escutarmos sobre suas dificuldades, lutas, cansaço e estresse. Muitas vezes, a nossa própria vida se impõe como um verdadeiro fardo. Nesses momentos, parece que os dias não passam, que as nossa forças se esvaem, que o nosso fardo é maior que o nosso limite; parece que estamos completamente sozinhos. Esta sensação, a ser chamada de Mal do Século, não é outra coisa de nossa época. Não! Ela está ligada à tranqüilidade do homem, e é, portanto, tão antiga quanto ele.

O salmista Davi experimentou o estresse e o cansaço persistente como qualquer um de nós, seres contemporâneos. No entanto, ele conhecia Aquele podia e que lhe ajudava, suavizando o seu fardo diário. Davi louvava e engrandecia o nome do Senhor porque ainda que o fardo pesasse, o Altíssimo o carregava por ele.

Fardos fazem parte da vida de todos nós, mas diante deles podemos sentir a presença do Senhor, se assim quisermos. Seria muito fácil para um Deus como o nosso não nos imputar fardo algum, mas Ele os permite para mostrar o tamanho do Seu amor, carregando-os por nós; também para nos lembrar que as nossas vidas dependem d´Ele, tão somente...

Agarremo-nos, portanto, ao Senhor crendo que dia a dia Ele carrega o nosso fardo. Se não fosse assim, é certo que, há muito, já teríamos sucumbido. Jamais duvidemos que Ele sempre esteve trabalhando em nosso lugar, e no futuro não será diferente: Ele fará o mesmo!

 

 



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"Deus está requerendo de nós, cristãos, seus filhos, uma vida diferente e um testemunho de transformação..." 



sem lenha o fogo apaga!

 

Sem lenha o fogo apaga


Seis homens ficaram presos numa caverna gelada
por causa de uma avalanche de neve.

O socorro só viria ao amanhecer.
Cada um deles trazia um pouco de lenha, mas,
quando a equipe de resgate chegou a fogueira estava
apagada e eles, mortos, congelados, cada qual abraçado
ao seu feixe de lenha.

Os soldados não entenderam o que se passou naquela caverna,
mas, se eles pudessem voltar no tempo e ler o pensamento
daquelas pessoas, talvez ficassem mais uma vez surpresos
com a raça humana:

O preconceituoso pensava:
Jamais darei minha lenha para aquecer essa gente esquisita!

O rico avarento pensava:
Vou ser o último a queimar minha lenha.
Quem sabe, até posso vendê-la para esses otários.
Vai valer uma boa grana.
É a lei da oferta e procura.

O forte pensava:
Não vou dar a minha lenha para aquecer esses fracotes.
Eles que façam ginástica até o amanhecer, se quiserem
se manter aquecidos.

O fraco pensava:
É bem provável que eu precise desta lenha para me defender.

O sabe-tudo pensava:
Esta nevasca vai durar vários dias.
Vou guardar minha lenha por enquanto.

O alienado: … (não pensava nada, especificamente).

Por fim, um dos soldados desabafou:
– Acho que não foi o frio de fora que os matou;
acho que foi o frio de dentro.
O frio do coração.
O frio da alma.

"Não deixe que o frio deste mundo mate você.

Abra o seu coração e seja o primeiro a ceder
a seu feixe de lenha, para manter a fogueira acesa".