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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

MEDITAÇAO

recebido por e-mail, desconheço a autoria.

Compromisso Valioso

"Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu" (Isaías 43:1).

 

"Menos de dez por cento dos americanos são cristãos verdadeiramente comprometidos com Cristo", diz o  pesquisador George Gallup, que acrescenta que estas pessoas "são muito mais felizes que o resto da população". "Os cristãos comprometidos, são mais tolerantes que a maioria dos americanos, mais envolvidos em atividades caridosas e são totalmente comprometidas com oração".
"Muitos outros americanos, além desses dez por cento, professam ser cristãos", continua Gallup, "porém, pouco ou nada sabem sobre vida cristã e agem do mesmo modo que os não cristãos."

No Brasil, temos muitos ateus que usam expressões como "graças a Deus" e muitos religiosos que ignoram completamente a Deus e Sua Palavra. Muitos de nós, infelizmente, vamos à igreja, cantamos hinos, batemos palmas durante as reuniões, carregamos uma Bíblia debaixo do braço, mas, ao sair do templo, mostramos que não estamos comprometidos com o Senhor e envergonhamos a Deus em nosso procedimento.

Quando abrimos nossos corações para Cristo, recebendo-O como Senhor e Salvador de nossas vidas, estamos dizendo que não pertencemos mais a este mundo, que passamos a ser cidadãos dos Céus, que fomos transformados e que o nosso prazer, a partir daquele momento, é louvar e adorar Àquele que perdoou os nossos pecados e nos fez novas criaturas.

O nosso compromisso não é mais com a mentira, nem com os enganos deste mundo, nem com o "vale tudo para alcançar os meus objetivos". Meu compromisso passa a ser com a santidade, com a verdade, com uma vida espiritual brilhante, com a proclamação do Evangelho.

Eu quero ser contado como um dos comprometidos inteiramente com Deus. E você?

 



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meditaçao


 

recebido por e-mail, desconheço a autoria.

Quando o povo de Deus desiste de cantar...

 

Salmos 137.1-9

 


Um escritor afirmou: "Antigas bênçãos não são suficientes para a vida de hoje nem antigas mágoas devem estragar o presente".

Este texto fala do cativeiro babilônico. A gloriosa cidade de Jerusalém havia sido invadida, saqueada e destruída por Nabucodonosor em 586 antes de Cristo. O povo de Judá por não ouvir a voz de Deus e por se corromper moral e espiritualmente foi levado cativo.

Foi um cerco doloroso. Os jovens foram esmagados e passados ao fio da espada. As crianças esmagadas sob as pedras. As jovens foram forçadas. Os morreram à espada foram mais felizes do que aqueles que morreram de fome dentro das muralhas. Os que tentavam escapar do cerco da morte eram encurralados pelos Edomitas que festejavam a ruína de Jerusalém.

O povo viveu no cativeiro setenta anos. Aqueles que voltaram estão relembrando o passado. Eles estão vivendo de reminiscências amargas. Eles desenterrando o passado de dor. Estão fazendo incursões pelos corredores sombrios das lembranças que um dia os fizeram sofrer. Eles se lembram quando deixaram de cantar. Eles se lembram quando dependuraram suas harpas. O cativeiro havia passado, mas as memórias amargas não.

De vez em quando somos também assaltados por crises medonhas. A vida fica estranha. Perdemos a doçura da vida. Ficamos amargos, azedos, fechados. Deixamos que as circunstâncias determinem nossas emoções. Deixamos de cantar. Tornamo-nos um poço de amargura.

É fácil cantar em Sião, os cânticos de Sião. Mas, somos chamados a entoar os cânticos do Senhor no cativeiro, no aperto, debaixo da opressão, na dor, no luto, no prejuízo, na afronta, na enfermidade. Não podemos deixar que a crise nos endureça e nos torne secos.

Nossa espiritualidade não pode ficar presa só no contexto do sagrado. Tem gente que é uma bênção na igreja, canta os cânticos de Sião com exultação em Sião, mas ficam amargos e duros e praguejam diante da adversidade, dos problemas e do estranho.

Devemos cantar como Jó: mesmo no prejuízo financeiro, mesmo surrado pela dor luto, mesmo na agonia da enfermidade, mesmo diante da incompreensão conjugal, mesmo que os amigos nos façam acusações levianas. Jó disse: "O Senhor Deus deu, o Senhor Deus tomou, bendito seja o nome do Senhor".

I. DESISTINDO DE CANTAR POR CAUSA DAS LEMBRANÇAS AMARGAS DA CRISE (Sl 137.1-4)

Judá tinha se desviado de Deus. Homens maus se levantaram em Jerusalém como Acaz e Manassés. O povo deixou a lei de Deus. Deus levantou profetas, mas o povo perseguiu a uns e matou a outros. A nação se corrompeu. Os ricos oprimiam os pobres; os juízes por suborno vendiam sentenças para oprimir os fracos. Então, Deus trouxe a Babilônia e entregou Jerusalém nas mãos de Nabucodonosor. O povo foi levado para uma terra estranha. Eles perderam suas terras, sua pátria, sua liberdade, sua famílias. São agora escravos em terra estrangeira. Que tipo de crise eles enfrentaram?

 

1. Enfrentaram a crise da desinstalação (Sl 137.1)

"Às margens dos rios da Babilônia".

Eles estão onde não gostariam de estar, pisando um chão onde não gostariam de pisar. Eles foram arrancados do seu lar. Seus vínculos foram quebrados. Tudo que eles amavam foi violentado. Perderam suas raízes.

A vontade deles não foi respeitada. Não são livres. São tratados como coisas, como objetos. Perderam seus bens, suas casas, suas famílias, seu templo, sua cidade, sua cidadania. Foram despojados.

O verso 3 diz: "… aqueles que nos levaram cativos". Eles se tornaram impotentes para reverter a situação.

"… os nossos opressores" = Opressão é serviço pesado, ausência de riso, é cerco permanente, é muro por todos os lados, é esgotamento de todos os recursos.

Talvez você também desistiu de cantar e dependurou suas harpas porque você está onde não gostaria de estar, fazendo o que não gostaria de fazer. Sua vida foi virada de cabeça para baixo.

2. Enfrentaram a crise da apatia coletiva (Sl 137.1)

"Nós nos assentávamos…".

Apatia é desânimo crônico. É morte da esperança. É aceitação passiva da derrota. É a decretação do fracasso. Apatia é desistir de lutar, é se dar por vencido. É aceitar o caos com naturalidade.

Apatia é apostar que a crise é imutável, que as tragédias são irremediáveis, que nada nem ninguém dá jeito no caos.

Eles não se assentam para formularem uma estratégia de reação diante do barbarismo histórico. Eles se assentam para contemplarem a tragédia, para flertarem com a miséria. Eles só olham na direção do nada. Eles se assentam para achar que não existe mais solução; não existe mais volta nem retorno.

Falta sonho para sonhar. Falta esperança para esperar. Falta amanhã na tragédia do hoje. Sentar-se desse jeito é adaptar-se ao desespero, é acomodar-se a um suicídio cotidiano.

A apatia era coletiva. Não é uma pessoa apenas, mas todos estão apáticos. Não existe ninguém para desneurotizar essa gente. Todos estão desanimados.

3. Enfrentaram a crise da melancolia (Sl 137.1)

"… e chorávamos".

Tudo ao redor deles estava empapuçado de dor e tensão. Juntos, eles fazem o coral do gemido, a orquestra do lamento, a sinfonia do soluço. Eles não cantam. Eles não sonham. Eles não planejam. Eles não reagem. Eles se entregam. Eles se capitulam. Eles só sabem curtir a sua dor incurável.

Tem gente que não reage diante da dor da vida. Só vive lamentando, chorando, curtindo suas mágoas.

4. Enfrentaram a crise da nostalgia (Sl 137.1)

"… lembrando-nos de Sião".

Esses israelitas não fizeram como Daniel. Este deixou marcas de Deus na terra da idolatria. Daniel resolveu ser uma bênção da Babilônia antes da Babilônia azedar sua alma. A espiritualidade de Daniel não era geográfica. Não se limitava a Sião, à igreja, ao templo. Ele não vivia de saudosismo. Ele não sacralizou o passado nem satanizou o presente. Ele resolveu andar com Deus na Babilônia e cantar os cânticos do Senhor em terra estranha.

Os israelitas deixaram de cantar e testemunhar na Babilônia porque a nostalgia de Sião os dominou. Eles estão amargos com o presente porque não deixaram o passado no passado.

Deixar de cantar na crise é negar a fé, é renunciar o testemunho, é viver o projeto da anti-espiritualidade.

II. DESISTINDO DE CANTAR POR CAUSA DA FALTA DE PERDÃO (Sl 137.5-9)

Se a minha espiritualidade interrompe o meu cântico diante da injustiça e da opressão; se dependuro minhas harpas em terra estranha; se minha liturgia só é prestada dentro dos muros de Sião, ela não passa de uma espiritualidade teatral e cênica.

Há muitos hoje que vivem uma espiritualidade mística, de monte, de vigília, de acampamento, de congressos, mas que não traduz essa espiritualidade em vida na hora da opressão. Só cantam os cânticos de Sião em Sião.

Os versículos 5-9 revelam que eles desistem de cantar porque desistem de perdoar. O texto está empapuçado de violência, do desejo de vingança. Eles ficaram amargos, revoltados, cheios de ódio. Até seus opressores pediram para eles serem alegres. Eles estão como um boldo existencial, vivendo a espiritualidade do absinto.

Eles vivem em função do que foi, do que era, do que passou, aconteceu, mas que já deixou de ser.

Eles moram na SAUDADE. Vivem de reminiscências. Só curtem o passado, enfurnados num tempo que o vento levou. Agora tudo está sem gosto. Eles vivem o saudosismo de Casimiro de Abreu:

Oh! Que saudades que eu tenho

Da aurora da minha vida

Da minha infância querida

Que os anos não trazem mais.

Tem gente que vive só do passado. A lembrança nostálgica do ontem lhes rouba o entusiasmo para viver hoje. Nada mais vale a pena, nada desafia. Entra-se na neurose da lembrança de pessoas, de circunstâncias e de coisas que já não voltam mais.

O povo judeu tinha uma religiosidade forte. Tinha o melhor sistema doutrinário do mundo. Tinha uma teologia da História. Conhecia as intervenções libertárias de Deus, mas agora, sua religiosidade está morta, não cantam na crise.

Eles só cantam em Sião quando tudo está bem. Eles não sabem cantar em terra estranha. Eles não sabem celebrar no aperto da história.

No versículo 2, eles aposentam as harpas, instrumentos usados para cantar canções de alegria e festividade. A fé deles é circunstancial. Só cantam em Sião.

1. A primeira vez que olham para o futuro é para desejar a tragédia e destruição de seus inimigos (Sl 137.8)

Eles viviam o tempo todo ligados à nostalgia (v. 1), lembrando de Sião.

Eles agora olham para o amanhã e fazem do mesmo sócio da tragédia = querem que o amanhã chegue de mãos dadas com o que mata, arrasa, destrói. Eles querem um HOLOCAUSTO.

Seu futuro é de ódio. Por isso profetizam o trágico, de forma irremediável. "Que hás de ser destruída".

Eles não deixam a possibilidade de mudança de arrependimento para a Babilônia.

Eles sonham com o caos irremediável. Eles se colocam na contramão de toda espiritualidade. Eles perdem a capacidade de amar e perdoar.

2. Eles registram psicologicamente o trágico e vivem presos historicamente a ele (Sl 137.7)

"… do dia de Jerusalém".

Eles estão presos ao DIA da tragédia, ao dia da dor, do saque, da espoliação, do massacre, da desinstalação de Sião. Eles se lembram da covardia dos Edomitas que os esperavam nas encruzilhadas para matá-las em sua fuga desesperada. Eles se lembravam das palavras de alegria dos Edomitas enquanto eles eram perseguidos e mortos.

Eles não perdoam. Eles não têm paz. Eles não esquecem esse dia que foram agredidos. A ferida está aberta e sangrando.

3. Eles registram não apenas o dia da tragédia como também as verbalizações de agressividade dirigidas a eles (Sl 137.7b)

"… arrasai, arrasai-a até os fundamentos".

Eles guardaram no cofre da psique tudo que foi falada contra eles.

Hoje tem muita gente presa ao DIA em que o marido agrediu, bateu, machucou, saiu de casa. Gente presa ao dia em que descobriu que a esposa tinha um caso, que o filho estava envolvido com drogas, que o amigo tinha traído, que o sócio deu um prejuízo.

Tem gente que vive agendando o dia da desgraça na vida dos outros.

4. Eles acabam tendo um conceito estúpido do que significa ser feliz na vida (Sl 137.8,9)

A violência é motivo para chorar, para se entristecer, e não para ficar alegre e feliz.

Essa é uma inversão de valores e da espiritualidade. Os israelitas tornaram-se duros, desumanos, cruéis, iguais aos seus inimigos.

a) Eles vivem a neurose da vingança (Sl 137.8)

Eles querem vencer o mal com o mal.

Eles querem pagar o ódio com o ódio.

Quem odeia, quem não perdoa não consegue cantar.

b) Eles desejam o mal até mesmo contra quem não tinha feito nada contra eles (Sl 137.9)

Eles querem que os filhos dos babilônicos sejam trucidados, esquartejados. Eles transferem seu ódio para uma outra geração. Eles projetam sua mágoa para aqueles que não lhes fizera nenhum mal.

Quem nutre ódio não sabe nada de louvor ao Deus de amor.

5. Eles estão com as harpas dependuradas, sem os cânticos de Sião, cheios de ódio e desejo de vingança porque tinham uma relação institucional com Deus e não pessoal (Sl 137.5,6)

Eles vivem a institucionalização da fé. Tudo tem a ver com Jerusalém, com Sião. A maior alegria deles não é Deus, é Jerusalém. A saudade deles não é de Deus, é de Sião (v.1).

A destruição de Jerusalém passou por uma confiança errada e falsa no templo, no culto, nas cerimônias em vez de colocarem sua confiança em Deus (Jr 7.4-7).

A única vez que eles se lembram de Deus é para pedir destruição para fazê-lo sócio de seus sonhos de vingança (v. 7).

Tem muita gente amarga hoje, que morre pela igreja, mas não vive para o Senhor. Defende até à morte sua religião, mas desempenha uma intimidade com Deus. Exemplo: Os fariseus acusavam Jesus de querem a lei, curando no sábado na sinagoga mas não se apercebiam que estavam cheios de ódio tramando a morte de Jesus na sinagoga.

Ilustração: Dona Beija em Araxá, MG, recebe de sua desafeta uma. Bandeja de estrume e devolve um bouquet de flor, com o bilhete: "Querida, na vida cada um dá o que tem".

III. OBSERVANDO MOTIVOS NA VIDA PARA CANTAR

1. Eles estavam às margens dos rios da Babilônia (Sl 137.1)

Eles não estavam num deserto. Estavam perto dos rios (Eufrates e Tigre), lugares férteis, cheios de verdor e de fartura. A vida não estava tão dura assim. Eles é que estavam duros. Estavam olhando para a vida de forma vesga.

Os recursos não haviam se esgotado. Eles tinham água, tinham vida, tinha sobrevivência.

2. Eles tinham sombra para o descanso (Sl 137.2)

Eles tinham sombra, descanso, refrigério. Os salgueiros eram árvores frondosas das grandes e úmidas planícies da Babilônia. Eles não vêem a bondade de Deus nem discernem o propósito da disciplina de Deus.

Olhe ao seu redor. Deixe de reclamar. Pare de murmurar. Dê um basta nesta hemorragia de murmuração.

Isaías 54.1 diz: "Canta alegremente, ó estéril" = Deus nos convida a cantar no estranho, na agenda do absurdo.

Marcos 14.22-26, Jesus cantou um hino na cena da Ceia. A hora era dramática. Era o momento dele entregar seu corpo, dar o seu sangue, enfrentar a traição, viver a ausência da amizade, ser escarnecido, espancado. Ainda assim, ele canta em vez de praguejar.

Atos 16.25 = Paulo e Silas mesmo surrados, esfolados e agredidos cantam na cadeia sem mágoa porque sabiam que Deus converte até as tragédias para o nosso bem.

A última palavra é de Deus e não do carrasco. Não perca a doçura da vida. Deus é quem dirige tudo. Faça da vida uma canção de glória ao Salvador. Tire agora mesmo as suas harpas dos salgueiros e entoe uma canção ao Senhor!

 



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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Não ignore o seu pecado

 

Você precisa matar o pecado! Você não pode simplesmente pôr uma máscara sobre ele, encobri-lo, e achar que está lidando com o problema. É como aquelas pessoas de que você ouve falar no jornal, que matam alguém e guardam o corpo em uma parede ou colocam em uma caixa no porão. Quem é burro o suficiente para pensar que isso realmente funciona? O corpo vai começar a feder e mais cedo ou mais tarde todos irão perceber que algo está morto e apodrecendo. É assim com o pecado. Você pode encaixotá-lo para se parecer com algo legítimo, você pode colocar a caixa no porão e cobri-lo, mas, mais cedo ou mais tarde, a caixa e a morte que ela contém vão feder. Você não vai enganar ninguém, muito menos aquele que vê as profundezas do coração.

 

"O inferno e o abismo estão abertos perante o Senhor, quanto mais os corações dos filhos dos homens!" (Provérbios 15:11).

 

Não ignore o seu pecado!

 

(Tim Challies)

 

Minha Identidade em Cristo

recebido por e-mail...

Minha Identidade em Cristo

COMO CRISTA..... Referencias Bíblicas

Sou Escolhida por Deus Ef 1.4

Sou Adotada por Deus Ef 1.5

Sou Filha de Deus em sua família 1 Jo 3.1

Deus perdoa todos os meus pecados 1 Jo 1.9

Estou reconciliada e em harmonia com ele Rm 5.10

Deus me santa,imaculada e sem reprovação Cl 1.21-22

Estou selada com o Espírito Santo de Deus Ef 1.13

Sou chamada a cumprir os propósitos de Deus Rm 8.28,30

Sou concidada entre o povo de Deus Ef 2.19

Sou justificada-declarada reta aos olhos de Deus Rm 5.1

Sou justificada-colocada a parte pelo Espírito Santo 1Co 6.11

Sou Redimida-comprada com o sangue de Cristo Ef 1.7

Sou Limpa de todos os meus pecados pelo sangue de Cristo 1Jo 1.7

Sou Herdeira de Deus e co-herdeira de Cristo Rm 8.16

Sou Completa, plena em Cristo Cl 2.10

Sou Embaixatriz de Cristo 2 Co 5.20

Sou Conforme o carater de Cristo Rm 8.29

 

 

Obrigada, Senhor, por me dares dignidade e me fazeres ver teu propósito para a minha vida.

 

“Mesmo na velhice darão fruto…”

repassando...

 

VIVA!


"Mesmo na velhice darão fruto…" – Salmo 92:14


Você percebeu que por mais velhas que certas pessoas fiquem, elas jamais perdem a beleza ?

Ela apenas passa do rosto para o coração. Hoje, você pode ter a impressão de que a vida útil de uma pessoa termina aos 65 ou 70 anos, mas isso não pode estar mais longe da verdade! Na verdade, seria um desperdício de potencial!

Veja, Picasso produziu algumas das suas maiores obras aos 90 anos. Rubinstein ofereceu um dos seus maiores recitais aos 89 anos. Marjorie Stoneham Douglas, que recebeu o crédito por salvar o Everglades da Flórida, ainda estava lutando pela causa aos 100 anos.

Leia a sua Bíblia: "Moisés tinha 120 anos de idade quando morreu; sua vista não estava fraca, nem a sua força natural abatida" (Deuteronômio 34:7). "... O Senhor abençoou o final da vida de Jó mais do que o início..." (Jó 42:12). Noé construiu a arca quando tinha 500 anos, entrou nela por algum tempo, depois saiu e começou o mundo outra vez.

"Não está acabado até que Deus diga que está acabado", e se Ele não disse isso, viva cada momento que Ele lhe der ao máximo! "Quanto mais velho o violino, mais doce o tom", portanto, pegue o seu arco e faça um pouco de música. Quando alguém disse à poetisa Dorothy Duncan, de 89 anos, que ela havia vivido uma "vida plena", ela respondeu bruscamente: "Não ouse falar de mim no tempo passado!".

Se você não está velho demais para aprender e se manter entusiasmado, ainda pode "dar frutos na velhice". A decisão é sua. Se pode respirar, ore! Se pode falar, encoraje outros! Se pode lembrar, compartilhe sabedoria.

Você se lembra da criação? É maravilhoso o que Deus pode fazer apenas em um dia. Portanto, dê a Ele todos os dias que lhe restam.


 

Criando Filhos à Maneira de Deus

 
 

 
CRIANDO FILHOS
À
MANEIRA DE DEUS

Pr. ALBERTO MATOS

PREÂMBULO

Um dos mais conhecidos pregadores da Inglaterra foi Richard Baxter. Quando jovem foi chamado à pastorear uma grande igreja, cujos membros eram ricos e instruídos. Achou-os, porém, frios e carnais. Por isto ficou desapontado e deixou-se levar pelo desânimo . No auge da crise, declarou: "O único meio de salvar a igreja e circunvizinhança é estabelecer a religião nos lares, e levantar o altar familiar".

Passou três anos visitando casas e estabelecendo o culto doméstico. Seus esforços foram coroados de êxito . E assim o culto doméstico serviu de base a um movimento que trouxe à igreja, milhares de pecadores.

Richard Baxter provou que o altar familiar é indispensável para se estender as estacas do Reino de Deus.

CRIANDO FILHOS À MANEIRA DE DEUS - João 5.17-23

Introdução

1. Por vários dias busquei uma orientação de Deus acerca do que falar nesta palestra. Numa madrugada, tive um sonho. Eu pegara uma apostila e ao abri-la encontrava toda a palestra pronta, já escrita. Quando acordei procurei entre o meu material de pesquisa, se eu já tinha algo assim. Apesar de encontrar vários materiais, sabia que não era nenhum deles. Foi aí que veio à minha mente esta passagem bíblica que descreve muito claramente a relação entre o Pai Celeste e o Seu Filho Unigênito.

João – Cap. 05
Propósito Contínuo - 17 E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. 18 Por isso pois os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não se quebrantava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo se igual a Deus.

Capacitação - 19 Mas Jesus respondeu, e disse-lhes: Na verdade, na verdade vos digo que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer ao Pai; porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente.

Amor - 20 Porque o Pai ama o Filho, e mostra-lhe tudo o que faz; e ele lhe mostrará maiores obras do que estas, para que vos maravilheis

Dom da Vida - 21 Pois, assim como o Pai ressuscita os mortos, e os vivifica, assim também o Filho vivifica aqueles que quer.

Poder para Julgar - 22 E também o Pai a ninguém julga mas deu ao Filho todo o juízo;

Honra - 23 Para que todos honrem o Filho, como honram o Pai. Quem não honra o Filho, não honra o Pai que o enviou.


2. Como criar filhos à maneira de Deus ?

3. Entendo que há só uma melhor maneira de saber: observando a paternidade exercida pelo Pai Celeste.

4. Para efeito didático, permutaremos o termo "pai" para pais (pai e mãe).

5. Analisemos o texto supracitado.

 

I. PROPÓSITO CONTÍNUO

A. "Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também". Por esta expressão , entendemos que há uma continuidade de propósito; propósito transmitido de Pai para Filho. Este propósito está ligado à essência que constitui a ambos – a mesma natureza.

B. Aplicando esta verdade a relação humana entre pai e filho, seria isto relativo ao fato de ambos terem a mesma natureza como salvos.

C. A salvação é uma dádiva de Deus, mas cabe aos pais o desenvolvimento do ensino sobre a mesma aos filhos.

D. Analisemos as observações da Palavra de Deus quanto a este assunto:

1. Abraão - Porque eu o tenho conhecido, que ele há de ordenar a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho do Senhor, para obrarem com justiça e juízo; para que o Senhor faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado. Caberia a Abraão a responsabilidade de ordenar a seus filhos e casa, objetivando que eles guardassem o "Caminho do Senhor" e obrassem com justiça e juízo. Essa era a condição sine qua non para que o Senhor fizesse vir sobre Abraão o que acerca dele tinha falado. Deus havia prometido fazer dele "Pai das Nações", mas havia uma aliança neste sentido, onde ambos haveriam de cumprir com suas respectivas partes.

2. Orientação paulina acerca do bispo – " Convém pois que o bispo ... Governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia" (I Tim.3.2,4). O bispo deveria ter como característica o fato de governa bem a sua casa e ter seus filhos em sujeição.

3. Orientação paulina acerca do diácono - Os diáconos sejam maridos de uma mulher, e governem bem a seus filhos e suas próprias casas. Aos diáconos não foi pedido menos do que aos bispos.

4. Confissão de Josué – "... Eu e a minha casa serviremos ao Senhor"- Js.24.15.

5. Relato de Jó – "Sucedeu pois que, tendo decorrido o turno de dias de seus banquetes, enviava Jó, e os santificava, e se levantava de madrugada, e oferecia holocaustos segundo o número de todos eles; porque dizia Jó: Porventura pecaram meus filhos, e blasfemaram de Deus no seu coração. Assim o fazia Jó continuamente" – Jó 1.5.

Por estas passagens bíblicas compreendemos a importância de termos em boa mente, como pais, o cumprimento da responsabilidade em transmitirmos aos nossos filhos – o Propósito Contínuo.

Neste cenário, surge a indagação: Como transmitirmos o Propósito Contínuo aos Filhos ?

Vejo que há um só caminho: Através do Sacerdócio.

A função do "sacerdote"é apresentar Deus aos homens e os homens a Deus. Os pais precisam exercer o sacerdócio diante de Deus e dos Filhos.

 

Vejamos as orientações bíblicas quanto à responsabilidade dos pais:

1. Prov.1.8 - Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes a doutrina de tua mãe.

2. Prov.22.6 - Instrue ao menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.

3. Ef.6.4 - E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.

O ensinar dos pais aos filhos deve ser algo natural, corriqueiro. Entretanto, os pais têm falhado neste processo educacional diante para com os filhos.

Ainda pouco vimos o seqüestro de Patrícia Abravanel e a ameaça enfrentada pelo Empresário Silvio Santos oriundos de uma pessoa, o Fernando Dutra, que fora criado dentro de uma igreja evangélica.

Devido a fatos como estes entendemos que há fatos na educação dos filhos que são da nossa alçada como pais, mas que há coisas que são da alçada de Deus.

Há momentos em que fazemos a nossa parte de pais, mas os filhos não cumprem a parte deles.

R. A. Torrey conta que, embora ainda muito jovem, deu asas à imaginação e incredulidade e passou a zombar de Deus, de Cristo, da Bíblia e de tudo que se referia às coisas espirituais. Sua mãe, porém o amava. E , diante de Deus orava e suplicava por ele o tempo todo.

Torrey, por seu lado, continuou cada vez mais rebelde, até que um dia disse à mãe : "Estou tão aborrecido que vou embora para não lhe perturbar mais". Ela o seguiu até o portão, chorando disse: "Meu filho, ao chegares à hora mais escura de todas, quando não houver mais esperança, se clamares ao Deus de tua mãe. Ele te ouvirá".

Torrey, assim mesmo saiu para as trevas do pecado, onde se embrenhou sem pensar nas conseqüências. Muitos meses depois, achava-se hospedado num hotel, a mais de 600 Km da casa de sua mãe . Sem poder dormir, enojado de tanto pecar e já cansado de viver, levantou-se de madrugada com esta resolução : Pegarei o revólver, colocá-lo-ei à testa e findarei com este drama redículo chamado vida humana". No entanto, lembrou-se das palavras de sua mãe: "Meu filho, ao chegares à hora mais escura de todas, quando não houver mais esperança, se clamares ao Deus de tua mãe. Ele te ouvirá". Ele caiu de joelhos e orou: "Ó Deus da minha mãe, quero luz, e se me deres, segui-la-ei". Não demorou muito a receber a tão almejada luz. Apressou-se, então, e foi para a sua casa. Planejou surpreender a sua mãe, porém, ela chegou ao portão sorrindo, e chorando de gozo , disse: "Ó meu filho, sei porque voltaste e sei o que tens para dizer-me. Tens achado o Senhor. Deus me disse".

Todo o mundo cristão conhece a longa e ardente vida de R.A. Torrey. Através dele, milhares de vida foram levadas ao Salvador.

Conhecendo a história dele, podemos dizer: "Tudo pode a oração de uma mãe, pai, irmão, irmã, esposa, esposo, filho; tudo pode se não fizerem menos do que o seu melhor.

Você está fazendo o seu melhor na criação dos seus filhos ?

Na 1a. Guerra Mundial, quando Enrico Caruso estava no ápice da fama, chamaram-no para cantar num show beneficente.

Com o propósito de que ele não recusasse o convite lhe informaram de que ele não precisaria se esforçar muito, bastaria cantar qualquer coisa que não lhe requeresse esforço e habilidade, pois só o seu nome já atrairia uma enorme multidão.

Prontamente, ele respondeu: "Caruso, nunca faz menos do que o seu melhor".

Assuma o compromisso diante de Deus agora: "Na criação dos meus filhos nunca farei menos do que o meu melhor".

Tiago Taylor , bisavô de Hudson Taylor, antes do seu casamento passou horas em oração, na manhã de seu casamento, tomado pelas palavras de Josué : "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor".

E Deus honrou a firme resolução de Tiago Taylor e deu-lhe um lar que produziu um missionário dos que mais honraram à Igreja, Hudson Taylor.

O Propósito Contínuo é o Supremo Alvo dos pais: Todos Nós Dentro da Casa Celestial!

"Querido, está anoitecendo ?", perguntou a velhinha de 97 anos.

Vendo o marido que ela estava morrendo, inclinou-se para responder: "Sim, Marta, está anoitecendo".

No seu delírio, ela pensava achar-se, como no passado, com os seus queridos no culto doméstico, por isto insistiu: "Os filhos estão todos em casa" ?

Sim, todos os filhos estão em casa, Marta.

O último filho fora chamado à Casa Celestial, havia três anos.

Depois de algum tempo, ela comentou:

- Vou já à casa, também.

- Sim , Marta, tu vais agora.

- E , tu, querido, irás também ?

- Sim , pela Graça de Deus, irei!

Ela estendeu as mãos e, colocando-as ao redor do pescoço do marido, fez com que ele se abaixasse ao seu lado e balbuciou:

- "E Deus fechará todos nós dentro da Casa Celestial".

 

II. CAPACITACÃO

a. Os pais precisam capacitar aos filhos, no que diz respeito a parte da responsabilidade que lhes cabe.
b. Foi assim com vários personagens bíblicos:

1. Lídia – At.16.15 – "E depois que foi batizada, ela e a sua casa..."

2. Cornélio – At.10.24 - E no dia imediato chegaram a Cesaréia. E Cornélio os estava esperando, tendo já convidado os seus parentes e amigos mais íntimos.

3. Carcereiro de Filipos – At.16.34 – "E na sua crença em Deus, alegrou-se com toda a sua casa".

c. A capacitação ( nos dias de hoje) dá-se-á nas esferas:

1. Espiritual;
2. Acadêmica;
3. Lingüística;
4. Musical;
5. Atlética;
6. Profissional;
7. Social.

d. Além desta capacitação humana, existe a divina: Deus se revelando a eles e capacitando a eles.

III. AMOR

Não há arma mais poderosa do que o AMOR! Deus nos alcançou através do AMOR! Não iremos alcançar os nossos filhos, a não ser pelo AMOR!

Quando eu estava no Exército Brasileiro, encontrava-me distante do Caminho do Senhor. Muitas vezes impossibilitado de comer a alimentação fornecida pela caserna devido a má qualidade dos alimentos, recebia de minha mãe quando ela se deslocava para ir à firma da família, um sanduíche e uma carteira de cigarro. Ela não gostava de que eu fumasse , mas por amor ela deixava no quartel a ambos.

Quantas e quantas vezes, eu comia aquele sanduíche, sentado na calçada com as lágrimas escorrendo na minha face. Ela me conquistou e alcançou para o Senhor através do AMOR!

No ano seguinte, minha mãe e uma tia começaram uma reunião de oração pelos filhos. Quando eu chegava do trabalho e asencontrava em oração , ficava na casa de um amigo em frente ao nosso lar até que a mesma acabasse ou entrava de fininho, tomava banho, trocava de roupa e saia sem fazer zoada.

Foi com AMOR que ela continuou orando e assim me alcançou!

IV. DOM DA VIDA

a. Celebrar a vida.
b. Compartilhar a vida.
c. Encarar a vida.
d. É preciso fazer festa com as pessoas da família!

V. PODER PARA JULGAR

a. Quem recebe capacitação, pode receber poder para julgar.

b. Devemos dotar aos filhos com autoridade para escolher o caminho em que deve andar, tal qual o alpinista que vai soltando a corda devagarzinho para que outra pessoa chegue ao seu alvo.

c. Teimamos em mantê-los como crianças!

d. Precisamos prepara-los para a vida!

e. Julgamos eles o tempo todo e não ensinamos a eles a julgar corretamente!

f. Temos que faze-los pensar!

g. Precisamos entregar as rédeas deles a eles!

 

VI. HONRA

a. É importante honrar aos filhos, fazer com que eles se sintam dignos!

b. Ver seu filho sendo honrado é ver a aprovação da obra de suas mãos, como pai ou mãe.

c. É saber que você deu conta do recado!

d. É saber que você cumpriu com a sua responsabilidade diante do Pai Celeste!

e. É saber que o seu Projeto vingou!

f. É saber que você colocou um ser idôneo no Reino de Deus!

g. É saber que você está trabalhando por uma família, igreja e sociedade melhor!

h. É saber que você valorizou a eles!

i. E se valorizou a eles, certamente, valorizou ao Senhor da Herança!

Conclusão

1. Criar filhos sem depender do Pai Celeste não é agir como filho de Deus e, sim, como bastardo!

2. Criar filhos no patamar natural e isenta-los do sobrenatural é oferecer a eles um futuro natural e medíocre.

3. Devemos como filhos de Deus buscar a inteira dependência do Pai, dando exemplo, para que nossos filhos aprendam a depender também de Deus.

4. Devemos fazer a nossa parte natural na criação dos filhos e encaminha-los para o Sobrenatural de Deus.

5. devemos fazer a nossa parte para que o Senhor tenha o ambiente necessário para fazer a parte d'Ele.

6. "Se Deus colocasse um diamante em tuas mãos, ordenando-te que gravasses nele uma frase para ser lida no último dia, como índice de tuas idéias e sentimentos, com que cuidado escolherias as palavras ? É justamente isto que Deus fez quando colocou cada um dos teus filhos, puros e imaculados, nas tuas mãos. O que estás escrevendo nestes diamantes, pela oração, por teu espírito e exemplo, hora após hora, dia após dia, ano após ano, é para ser lido e exibido no grande dia.



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"Deus está requerendo de nós, cristãos, seus filhos, uma vida diferente e um testemunho de transformação..." 


MEDITAÇAO

 

repassando...

NÃO CUSTA UM CENTAVO!

"Vós pouco dais quando dais de vossas posses. É quando dais de vós próprios que realmente dais".  

 

Oito Bons Presentes 

Que Não Custam um Centavo 

 



As vezes ficamos pensando o que dar de presente para alguém, ai logo nos vem a ideia de irmos numa loja para comprar esse presente não é verdade?  Já tem horas que até pensamos mais não temos dinheiro e ficamos triste por não poder dar para a pessoa um presente legal. Mas você sabia que sempre temos presentes disponível para dar os amigos? E isso mesmo, muitas vezes esquecemos que existem os presente de presença, de carinho, da visita, sorriso, de um abraço que valem muito mais que os presentes comprado na loja, não que eu seja contra você comprar e dar, mas precisamos valorizar o que temos disponível e que tem um efeito muito maior sobre as pessoas. Quero compartilhar com vocês essa reflexão e te convidar a abrir a sua sacola e abençoar no dia de hoje alguém com o que você tem disponível.

 

O PRESENTE ESCUTAR... Mas você deve realmente escutar. Sem interrupção, sem distração, sem planejar sua resposta. Apenas escutar. 

 

 

O PRESENTE AFEIÇÃO... Seja generoso com abraços, beijos, tapinhas nas costas e aperto de mãos. Deixe estas pequenas ações demonstrarem o amor que você tem por família e amigos. 

 

 

O PRESENTE SORRISO.... Junte alguns desenhos. Compartilhe artigos e histórias engraçadas. Seu presente será dizer, "Eu adoro rir com você." 

 

 

 

O PRESENTE BILHETINHO... Pode ser um simples bilhete de "Muito obrigado por sua ajuda" ou um soneto completo. Um breve bilhete escrito à mão pode ser lembrado pelo resto da vida, e pode mesmo mudar uma vida. 

 

 

O PRESENTE ELOGIO... Um simples e sincero, "Você ficou muito bem de vermelho", "Você fez um super trabalho" ou "Que comida maravilhosa" faz o dia de alguém. 

 

 

O PRESENTE FAVOR... Todo dia, faça algo amável. 

 

 

O PRESENTE SOLIDÃO... Tem momentos em que nós não queremos nada mais do que ficar sozinhos. Seja sensível à esses momentos e dê o presente da solidão ao outro. 

 

O PRESENTE DISPOSIÇÃO... A maneira mais fácil de sentir-se bem é colocar-se à disposição de alguém, e isso não é difícil de ser feito.